The unique sensation of flying like a bird, with a light breeze of
tropical air in your face and surrounded by the beautiful mountains and beaches
of Rio de Janeiro. This is where the mountains meet the Atlantic Ocean.
The Tijuca National Park, the largest urban forest in the world, englobes the area.
The mountains that surround the area are part of the Csection of the
Tijuca National Forest and are called Pedra da Gávea,
Pedra Bonita, Cochrane and the two Brother Peaks.
Hang gliding! A Tandem Flight in Rio de Janeiro is the unforgettable experience
you can not miss while visiting Rio de Janeiro. Feel the great sensation
of flying like a bird, during your tandem flight in the São Conrado valley.
You are surround by great views of the
Sugar Loaf, Corcovado, Ipanema, Leblon and Copacabana. Infomation on line
Contact off-line
Telefon: 00(55)21-2428-2216
00(55)21-7816-5741
hang gliding without any previous esperience!!!
Na decada de 80 os voos de Asa Delta ja eram inspiração:
A última cena do filme "Menino do Rio", um clássico dos anos 80. Participação de André de Biase, Cláudia Magno, Jacqueline Laurence, Rogério Fróes, Nina de Pádua, Luiz Carlos Buruca, Ricardo Zambelli e Sérgio Mallandro.
PERSONAGEM PRINCIPAL: ASA DELTA
DICIONÁRIO DO VÔO LIVRE
ABORTAR DECOLAGEM: quando o piloto de asa ou parapente esta na rampa quase decolando , entrar em vôo ,e por algum motivo ele resolve não voar ,para tudo e fica no chão.
ACQUALIZAR: quando o piloto com o seu equipamento de vôo cai na água. (lagos, rios, represas, mar, pântanos, etc...).
ADRENALINA: Hormônio produzido pela parte medular das glândulas supra-renais, e que tem numerosos efeitos no organismo (circulatório, metabólico e outros.......no Vôo livre, cara amarela e batimento cardíaco rápido....."coração na mão"
AMARELOU: quando o piloto fica com medo, ou da condição do tempo, rampa nova ou mesmo voando toma uma pane (vôo turbulento) e vai para pouso "Amarelado", muita Adrenalina, acontece muito com piloto novo de vôo.......mas depende do dia é normal qualquer veterano amarelar, o vôo livre é muita sensibilidade, e tem dias que não estamos bem e realmente é melhor AMARELAR!
ANALISAR A CONDIÇÃO: é verificar na rampa as condições do dia, velocidade do vento, nuvens, urubus voando, sol, sombra, lift, rotores, observar a natureza. Observar.
ARBORIZAR: quando o piloto com o seu equipamento de vôo cai em uma árvore.
ASA COM KING: (King Post), um poste que fica acima da asa delta.
ASA DELTA TOP LESS: é a Asa Delta que não tem King, diminuindo o arrasto, feita de Fibra de Carbono asas de alta para Campeonato.
AVANÇADO: Piloto mais experiente, já voa com asa de alta performance, pano duplo.
BACALHAU: Apelido dado aos equipamentos da escola ou saída de escola Asa Delta ou Paraglider, pouco planeio, seguro, perdoam erros dos novatos.....Geralmente equipamentos mais lentos, voam menos, "afundam mais em vôo" !
BARRA DE COMANDO: onde o piloto de Asa Delta pilota a asa.
BIRUTA: é um equipamento que indica a direção do vento, fica na decolagem e no pouso oficial. Encontrado geralmente em aeroportos. (a parte maior da biruta é onde direciona o vento, é de onde ele vem)
BOM VÔO: palavra dita entre os companheiros de vôo livre segundos antes da decolagem, desejando boa sorte, ou seja"que voe com segurança (boa decolagem e pouso), "e voe com Deus".
BOMBANDO TUDO: quando o dia está bom de térmicas, muitas ascendentes, ótimo dia para o vôo livre, muitas bases, com ótimas térmicas que sobem de 03 a 08 metros por segundo ou mais !!! Ou onde está uma térmica, EX: no cocuruto esta bombando!
BORDO DE ATAQUE: Parte da frente da vela da asa.
BORDO DE FUGA: Parte de traz do velame da asa.
BRISAS: vento fraco e suave ,constante.
BULLET: equipamento de suspensão onde o piloto de asa delta fica dentro (macacão) e é acoplado a asa. (é onde o piloto fica dentro e é acoplado na Asa Delta) CAPOTE OU CAPOTAR: capotar asa delta ,virar de ponta cabeça ,se o piloto cair no pano e perder o controle não se recupera ,(só lançamento do reserva), pode ocorrer em busca de térmicas no rotor ,ou em condições muito fortes com térmicas acima de 12 m/s (turbulência). Ocorria muito com equipamentos antigos , hoje dificilmente ocorre ,melhor pilotagem da asa (tecnologia).
CB (CUMULUS NIMBUS): nuvem gigantesca que suga o parapente ou a asa delta, ventos dentro do CB é de 200km/h com pedra de gelo e temperatura abaixo de zero, é um perigo para voador. Poucos sobrevivem.
CHECKING: onde o piloto conferi totalmente o seu equipamento inclusive se esta bem conectado, na decolagem antes de entrar em vôo. (Importante)
CIRRUS: nuvens espalhadas, camada fina, riscada no céu azul.
CLASSIFICAÇÃO DAS ASAS DELTAS: Asa Delta de Baixa , Intermediária ,,Asa de Alta Performance com King (competição) , Asa de Alta Performance Top Less (competição) "sem arrasto",sensível aos comandos .
COCURUTO: O ponto mais elevado de uma coisa, crista, grimpa. O alto da cabeça. Vértice, ponta...Elevação cônica de alguns montes ou colinas. Saliência de terreno; montículo. Os altos de uma coxilha. Os cocurutos são pequenas montanhas mais altas, vista pelo voador, geralmente desprendem Térmicas!!!
CONDIÇÃO: Assunto relativo as situação do vôo no dia. Ex: Hoje a condição estava uma farafa.
CONVERGÊNCIA: ventos que se encontram, sopram de dois lados e se unem, pode ocorrer na rampa (montanha), o vento entra em dois quadrantes na frente e atrás da rampa! Em vôo, ocorrendo um vôo livre sustentado, ou no pouso ocorrendo um pouco de turbulência! Tomar cuidado!!!
CRESCH: - Bater com o bico ou o trapézio da asa no chão quando pousa.
CROSS BAR: Tubos de aluminio que prendem os dois Leading Edge e que evitam que a asa se feche em vôo.
CROSS COUNTRY: Modalidade de vôo onde o piloto de livre pega varias térmicas e procura percorrer a maior distância em KM, recorde de distancia 402 km. Também ocorrem campeonatos específicos de Cross Country em regiões adequadas. Exige muita técnica e perícia do piloto.
CUMULUS: Nuvens separadas que têm topos amontoados em vários níveis. Estas nuvens podem ser muito pequenas OU de grande extensão quando desenvolvem-se nas tempestades.(CB"s).
EFEITO SOLO: mais ou menos aos 20 metros do solo não se pega térmica, nem descendentes, ao colocar o equipamento de frente para o vento para pousar e ao se aproximar do solo, consegui-se uma sustentação paralela ao solo
ENROSCAR: é quando os voadores pegam térmica e ficam girando dentro dela e subindo, como URUBU.
ENTUBAR: é quando o voador com o seu equipamento entra nas nuvens, as vezes só com manobras para sair.
ESTAMPAR: chega no topo da térmica fica muito alto de 2000 metros à 3500 metros de altura do chão.
ESTOLAR: empurar a barra de comando da asa para frente, levantar o bico da asa, usado principalmente para pousar.
FAROFA: dia de muitas térmicas, o piloto chega a subir muito e voar distâncias longas, horas de vôo, muitas asas e parapentes no céu, ótimo dia de vôo. (Muitas asas e paracas na mesma térmica, na decolagem que farofa!)
FRENTE FRIA: Passa em questão de horas , a menos que seja precedida por uma rajada de vento ou trilhada por uma outra frente. Geralmente, traz um ar seco e mais frio com ótima visibilidade e condições instáveis. Geralmente de 01 a 02 dias antes da frente chegar na região, ótimo dia de vôo.
GANHAR A RAMPA: decolar e subir em vôo metros acima, (lift ou térmicas), ficando em vôo a mais de 1.000 metros acima da rampa (decolagem-montanha), ou ate mesmo subir apenas alguns metros!
GPS: equipamento de precisão usado em aviões, e pelos voadores de vôo livre para percorrer distância através de satélite, indica sua posição no planeta.
GV: Cordinhas que puxamos para esticar a vela da asa, aumentando a velocidade da asa. Acelerador.
HANG LOOP: Cordas que ficam presas na asa e que servem para conectar os mosquetões que unem o piloto a asa.
HOMOLOGAÇÃO: é um registro do comportamento em vôo do equipamento. Como se comporta em manobras e panes, velocidade , razão de planeio etc. com respectivas notas.
JANELA: termo usado em competições ,para abrir horário de decolagem para os pilotos, geralmente quando entra uma boa condição ou começam os ciclos. Abre janela e fecha janela.
KING POST: Mastro que fica acima da vela da asa, e que segura os cabos e os recuperadores de mergulho.
LIFT: vento que sobe as encostas das montanhas que proporciona a sustentação do paraglider ou asa delta. Vento de frente a rampa de decolagem.
MANOBRAS: "fazer acrobacia", pilotos com muita experiência ,de preferência fazer acima de lagos ,represas e praias (água) , toda e qualquer manobra deve ser feita com muita altura afastado do relevo.
MASTER: Piloto muito experiente, mestre e grande exemplo no vôo livre.
MIOLO DA TÉRMICA: o centro da térmica região onde sobem mais, ascendente mais forte.
MORDOMIAS: Proteções de pano ou plástico que servem para proteger a asa, principalmente quando fechamos e a transportamos. Capa, espuma, etc.
MOSQUETÃO: Equipamento de Aço ou Alumínio que conecta o cinto do piloto à Asa
NARIZ: O bico da Asa.
NÍVEL - Determinada altitude utilizada num vôo.
NIVELAR: - Colocar a asa em equilíbrio, nivelando conforme o horizonte, não deixar nenhum lado da asa levantar.
NOVATO: Piloto novo, com pouco tempo de prática, saindo da escola.Ainda voa com asa de pano simples.
PANO SIMPLES: Asa de Média performace. Com Velame somente no dorso da Asa.
PANO DUPLO: Asa de Alta performace. Com duplo Velame no dorso e extradorso da Asa.
PÁRA-QUEDAS RESERVA: é um pára-quedas redondo (não dirigível) que fica embutido no bullet (cinto de vôo),é lançado após uma pane total do piloto em pleno vôo sem recuperação de planeio do equipamento. (S.I.V.)
PESO PILOTO , PESO EQUIPADO: cada equipamento (asa delta ou parapente ) tem um tamanho (área vélica) adequado ao peso do piloto com ou sem equipamento . Geralmente o tamanho é caracterizado na vela como grande ,media e pequena ,variando com o peso máximo ou mínimo de um piloto.
POUSAR NA MOSCA: pousar o equipamento em um lugar predeterminado , usado muito em campeonatos com pouso determinado , uma circunferência mais ou menos de um metro de diâmetro , e uma outra maior no seu contorno isso tudo dentro de uma área grande demarcada para se enxergar em vôo.
POUSO OFICIAL: é um lugar de pouso seguro, onde o piloto após a decolagem se não pegar nenhuma térmica, "fazer um prego", o equipamento de vôo chega seguro só no planeio, geralmente é um lugar bem plano longe de fios, postes, placas, telhados e sempre tem uma biruta direcionando a direção do vento. Espaço bem grande.
QUILHA: Tubo de aluminio que sustenta toda a asa. Serve inclusive para apoiar a asa quando montada no chão servindo como descanso.
RAJADAS: Ventos fortes alternando entre 30 a 60 km/h ou mais.....
RAMPA: geralmente no pico das montanhas, lugar mais alto, para o voador decolar, geralmente ponto de encontro, onde se forma clubes.
RECUPERADOR DE MERGULHO: Cordas que ficam presas no bordo de fuga e no King Post e que servem para limitar o bordo de fuga da asa, recuperando e nivelar a asa quando entrar em mergulho.
RESGATE: a pessoa que acompanha o voador, leva os pilotos na rampa e depois vai pegar, no pouso geralmente de carro, caminhonete até mesmo de moto se for glider.
ROTOR: Vento que sopram em diversas direções por trás das montanhas ou outros obstáculos, podendo jogando a asa para baixo ou provocando grande turbulência e podendo até tirar a sustentação e controle do piloto com a asa.
STRATUS: Nuvens em camadas muito dispersas com uma base regularmente uniforme. Tornam o dia cinzento, uma vez que bloqueiam o sol extensivamente.
TALAS: Varetas que servem para esticar a vela da asa.
TERMINAIS - Área que abrange mais ou menos 50Km e torno de um aeroporto.
TÉRMICA SALÃO: enormes térmicas, espaçosas que sobem de 8 à 12 metros por segundo. Chamada também de porrada para cima.
TÉRMICA: ar quente que se desprende do solo e sobe de 1 metro por segundo até 15, 16 metros por segundo onde leva o voador para cima.
TÉRMICA PICADA: são pequenas térmicas, ascendente fraco, mau da para enroscar, as vezes ocasiona uma turbulência só, podem aparecer em dias em que, após uma chuva e logo em seguida faz um sol forte, ou um dia de chuva no outro dia de sol.
TERRA DE MALBORO: sobrevoar regiões enormes onde não se encontra nada, as vezes pode demorar mais de um dia para retornar se caso pousar. Grandes campos com arvores e florestas, terras de ninguém, extensões de terras, vales e
montanhas, sem estradas. (propaganda da TV do cigarro Malboro). É uma roubada pousar em terra de Malboro!
TETO: limite máximo que se possa ganhar altitude, normalmente usamos a base das nuvens como referência.
TRAPÉZIO: é um triângulo feito de Tubos que fica a frente do piloto de asa delta onde está a barra de comando. (trapézio da Asa Delta é um triângulo afrente do piloto.)
TURBULÊNCIA - quando o vôo esta agitado, adrenalina, punk, sacudido. Pode ocorrer: o glider pode fechar, a asa pode capotar. Tipos de ventos, térmicas fortes ou quebradas, rotores.........podem também ocasionar turbulência.
URUBU: pássaro preto que não gosta de bater asas ,voa em térmicas a procura de alimentos ou para se deslocar de uma região para outra ,tem uma grande sensibilidade para voar em correntes de ar ascendentes ,esta sempre presente em rampas boas de vôos. O pássaro sabe tudo ! Uma das analises é ver o urubu em vôo ,o piloto sempre esta atrás de um urubuzinho.
VARIÔMETRO: equipamento usado pelos voadores que marca a diferença de altura, se está descendo ou subindo. VELA ou VELAME: quando o piloto fala especificamente do tecido ,(apenas do glider independente do resto do equipamento) .
VENTACA: ventos fortes
VOADOR QUE BIRUTA (O BIRUTA): é o piloto que decola primeiro para analisar as condições e sentir se as térmicas estão se desprendendo do solo, geralmente é um piloto experiente ou conhece a região, "vai birutar". Conversa com o rádio com os outros pilotos.
VÔO TURBULENTO: é quando o vôo é sacudido, o parapente chega até a fechar parte dele , muita adrenalina.
VÔOAÇO OU VÔOZAÇO: um vôo bem sustentado, horas de vôo, ou km de vôo livre.
LIFT
As ascendentes geradas em obstáculos (encostas, prédios, barragens, ...) oferecem várias vantagens sobre outros tipos de ascendentes, principalmente pela segurança e confiabilidade das ascendentes. Os lifts tendem a ser constantes, possibilitando que os pilotos permaneçam
suspensos por todo o dia.
O lift frequentemente oferece algumas conveniências : em muitos locais você pode ir até lá para voar, explorar paisagens, apreciar a vista e aterrissar perto de seu carro, dar uma parada para almoçar e retornar no fim do dia. Não é surpresa o fato de grande número de pilotos que voam por recreação não conhecerem outro tipo de vôo.
Outros pilotos não dão crédito ao lift, achando monótonos e limitados. O que muitos pilotos não concebem é que os vôos de lift podem servir de instrumento básico para vôos de longa distância. Muitos vôos “crosscountry” não teriam sido possível sem o reforço de algumas ascendentes de relevo suplementando outros tipos de ascendentes.
Como o Lift é gerado.
O termo refere-se ao movimento “para cima” do ar, resultado do choque do vento contra um objeto. Um número de variáveis determina as características de uma dada ascendente de morro. Os parágrafos seguintes apresentarão uma descrição geral do fenômeno.
Força Causadora
Quando vento encontra um obstáculo, busca a trajetória de menor resistência para passar pelo objeto, simplesmente fluindo em volta, se isso for possível. Se o obstáculo for muito largo, parte ou todo ar é empurrado para cima, formando uma faixa de ar com sentido ascendente.
Para produzir ascensão suficiente para suportar um equipamento de vôo, o obstáculo deve ter inclinação maior do que 30 graus e o vento velocidade acima de 10 km/h (números aproximados).
Região de Lift
A coluna de ar, forçada para cima pelo obstáculo, gera uma área de elevação contínua, pelo tempo que o vento continuar soprando. A região de lift atingirá de 2 a 3 vezes a altura do obstáculo. A área de melhor lift depende da inclinação e da altura. Em regiões muito baixas, está mais próxima do terreno. No topo, o melhor lift estará mais afastado.
Descendente
Após o ar ter ultrapassado o obstáculo e tenha atingido a máxima altitude, ele tende a descer. Se a parte posterior do obstáculo for um declive, o ar tenderá acompanhar o declive.
Possíveis turbulências, rotores.
O movimento do ar tende a aderir ao solo, um fenômeno conhecido como (surface-drag ou arrasto de superfície). O desnível do contorno da superfície pode causar a separação do ar da superfície, interrompendo o fluxo de ar e criando turbulência.
Se encontra o solo com muita força, o ar fica turbulento (geralmente este impacto provoca a ascensão à frente).
Fatores que afetam o Lift
Vários elementos determinam a força, a forma, o tamanho e a localização da coluna ascendente e a localização do melhor ponto de ascensão. Os parágrafos seguintes discutirão estes fatores individualmente, apesar de na realidade seus efeitos estarem interrelacionados.
Morros
Os morros geram colunas ascendentes regulares e úteis por toda parte em que o fluxo do ar incide aproximadamente perpendicular e em que o vento é suficientemente forte. Estas estruturas não precisam ser necessariamente altas.
Morros com menos de 30m frequentemente produzem ascendentes úteis. Naturalmente, quanto mais alto o morro mais desejável será o local para o vôo livre.
Quando o vento atinge o topo do morro, sua tendência será descer acompanhando o declive do morro, frequentemente gerando turbulência atrás.
Escarpas
Como locais para vôo, as escarpas dividem muitas características com os morros, com uma grande diferença. Desde que uma escarpa não tenha declive em sua parte oposta, a localização do ponto de descida do ar é mais difícil de se predizer.
A força da ascendente e o plano da encosta que está de frente para o vento determina qual o ponto de ocorrência da descida do ar e se estará acompanhado ou não de turbulência.
Encostas nas áreas litorâneas usualmente oferecem vôos seguros durante todo o dia, quando o ar frio sobre as águas se move (maral) em direção ao ar aquecido sobre a terra. Com o resfriamento da terra durante a noite, esse movimento se reverte (terral).
Escarpas que têm suas faces voltadas para predominância dos ventos apresentam alguns dos melhores lugares do mundo para lift.
Montanhas Cônicas
Em geral, picos isolados não são bons locais geradores de ascendentes. O fluxo do ar pode desviar do obstáculo, passando ao redor deste e pouco ar é forçado para cima.
Outras Formas
Não fique limitado a morros ou escarpas. A princípio qualquer obstáculo para movimento do ar irá causar alguma coluna de ascensão. O lift está onde você o encontra, e os pilotos de vôo livre podem ser bastante imaginativos para isto.
Liso x Rugoso
Numa encosta lisa, as ascendentes estão muito próximas do solo, especialmente nas partes mais baixas. De outra forma, as encostas de terreno acidentado geram separações e turbulências bem próximas ao terreno. As ascendentes mais utilizadas são encontradas bem longe de encostas acidentadas.
Saliências Horizontais
Patamares ou reentrâncias horizontais ao longo da encosta podem produzir redemoinhos. Essas turbulências limitam-se próximo a área de origem apenas com vento fraco. O ar se reagrupa em algum ponto acima do “patamar” e gera à frente uma ascendente.